Sudão
Nível críticoatualizado há 8 minZona de conflito armado ativo
Estado baseado nos registos de conflitos armados da UCDP e nos avisos oficiais a viajantes, desde 21 de agosto de 2026.
Destino fortemente desaconselhado neste momento — segue os avisos oficiais. O país está, além disso, classificado como zona de conflito armado.
Sudão: quais são os principais riscos?
Nos últimos 12 meses, os nossos sensores registaram lá 29 eventos, dos quais 7 graves. Os mais frequentes: Incêndio florestal, Conflito armado, Inundação.
Sudão: existe um aviso oficial a viajantes?
Sim — dos 19 Estados acompanhados, 16 desaconselham a viagem e 0 recomenda prudência reforçada. O detalhe está na secção de segurança mais abaixo.
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Sudão: alertas em curso e atualidade de segurança
Os alertas abertos neste momento, todas as fontes juntas — meteorologia, sísmica, satélite, saúde e avisos de Estados.
Em verificação
Detetámos os seguintes eventos, mas ainda não são suficientemente fiáveis para serem qualificados como alerta: aguardam confirmação por uma fonte oficial. Um relato não é um facto estabelecido.
Últimos 90 dias
- Calmo
- Moderado / Elevado
- Crítico
- N/A
Cor = nível do país observado nesse dia (o mais alto do dia). N/A: antes do início dos nossos registos.
É seguro viajar para Sudão?
O Foreign Office britânico desaconselha qualquer viagem a algumas áreas do Sudão. Na nossa escala é o nível 4, o mais forte que existe: não viajar. O aviso vale apenas para certas áreas e não as nomeia nos dados que temos, por isso aqui nenhuma região é citada. O Sudão está em conflito armado, e esse estado está confirmado. Vem antes de tudo o resto. Nos últimos 12 meses registámos 25 ocorrências, 7 delas graves. O conflito soma 6 registos, e os 6 são graves. Os incêndios são o número maior, 17, nenhum grave, e houve uma cheia. Lê esta ordem com cuidado: os incêndios o satélite apanha aos molhos, o conflito conta-se facto a facto e pesa muito mais para as pessoas. Os meses são desiguais, janeiro foi o mais carregado com 14 ocorrências, todos os perigos juntos. Aqui só incêndios e cheias seguem uma estação.
O que muda para um nómada
Uma estadia longa aqui não depende de escolher o mês certo. O conflito armado condiciona os voos, a banca, a electricidade, o combustível e até a hipótese de uma seguradora te cobrir. Lê o aviso oficial do teu próprio Estado antes de te comprometeres e volta a lê-lo mesmo antes de partir. Neste momento há um alerta activo. Os incêndios e as cheias seguem o calendário e podem cortar estradas ou deixar voos em terra. Janeiro trouxe 14 ocorrências do total dos 12 meses, todos os perigos juntos. Se ainda assim fores, conta com dias sem energia e sem rede, guarda dinheiro em mais do que uma forma e deixa o teu trabalho pronto a funcionar offline. Diz o teu percurso a alguém antes de cada deslocação e mantém essa mesma pessoa informada.
Redigido com a ajuda de IA a partir dos dados com fontes do Mira Safe em 24 de agosto de 2026 · não substitui as orientações locais Como esta análise é produzida →
1 análise anterior
21 de agosto de 2026
Nos últimos 12 meses, o Sudão registrou 25 eventos, incluindo conflitos, incêndios florestais, inundações e um aviso de viagem severo. O conflito está em estado de guerra desde agosto, com 6 eventos severos, representando o maior risco. Incêndios florestais ocorreram com frequência, especialmente em janeiro, e representam risco moderado. As inundações também aconteceram, embora com menor frequência. Um aviso de viagem severo foi emitido, recomendando evitar todas as áreas do país. A situação de conflito afeta a infraestrutura e os serviços, e há risco de eventos naturais como incêndios e inundações, especialmente em janeiro, março e fevereiro.
A observar em especial neste momento
- O Sudão consta como país em conflito armado, com estado confirmado e não à espera de confirmação.
- Há um alerta activo neste momento: lê-o antes de qualquer deslocação.
- Um aviso oficial no nível mais alto está entre os registos mais recentes; lê-o por inteiro antes de reservares o que quer que seja.
A observar habitualmente
- O conflito volta sempre aos nossos registos: 6 nos últimos 12 meses, todos graves.
- A época dos incêndios, a rubrica mais numerosa do ano com 17 registos.
- As cheias, um único registo, mas cortam estradas quando chegam.
- Um calendário desigual, com janeiro como mês mais carregado e 14 ocorrências, todos os perigos juntos.
Os bons reflexos
- Lê o aviso oficial do teu Estado antes de reservar e outra vez no dia da viagem.
- Comunica a tua estadia à tua embaixada e deixa as datas a alguém próximo.
- Anda com dinheiro em notas pequenas e um carregador portátil carregado à mão.
- Descarrega mapas offline e guarda uma cópia em papel dos documentos principais.
- Combina uma hora de contacto diária com uma pessoa e cumpre-a mesmo quando tudo parece calmo.
Sudão: avisos aos viajantes e zonas a evitar
O que os 19 Estados acompanhados recomendam oficialmente para este país — convergentes ou não. A referência do dia a dia.
Zonas citadas pelos avisos dos Estados
Desaconselhadas (qualquer viagem)
- Blue Nile
- Central Darfur
- Eastern Darfur
- Gedarif
- Gezira
- Kassala
- Khartoum
- North Darfur
- North Kordufan
- Northern
- Red Sea
- River Nile
- Sennar
- South Kordufan
- Southern Darfur
- Western Darfur
- White Nile
- Khartoum
- Omdurman
As bandeiras indicam que Estados acompanhados citam cada zona. O vermelho prevalece sobre o laranja.
- Desaconselhada por 4+ Estados
- Desaconselhada por 1 Estado
- Desaconselhada salvo razão essencial
Sudão: qualidade de vida e segurança em números
Condições de vida do dia a dia, com base nos poucos indicadores publicados para todos os países do mundo. Um referencial para uma estadia — não o que se passa hoje.
Vigilância vs mediana mundial
- Qualidade do ar (PM2.5): 37,6 µg/m³ (mediana 17,3)
- Mortes na estrada: 26,8 por 100 000 pessoas (mediana 15,2)
- Camas hospitalares: 0,66 por 1 000 pessoas (mediana 2,4)
- Esperança de vida à nascença: 66,5 anos (mediana 74,7)
- Novos deslocados, conflito: 116,9 por 1 000 pessoas (mediana 0,48)
- Novos deslocados, catástrofes: 1,1 por 1 000 pessoas (mediana 0,73)
Acima da mediana mundial (17,3) · quanto menos, melhor
Diretriz da OMS: 5 µg/m³
Acima da mediana mundial (15,2) · quanto menos, melhor
Abaixo da mediana mundial (2,4) · quanto mais, melhor
Abaixo da mediana mundial (74,7) · quanto mais, melhor
Acima da mediana mundial (0,48) · quanto menos, melhor
6.039.000 pessoas no total
Acima da mediana mundial (0,73) · quanto menos, melhor
58.000 pessoas no total
809.816 pessoas no total
50.147 requerentes de asilo
Segurança e violência
Risco estrutural (INFORM) · 2026
7,8/10 — muito elevado
Índice compósito do JRC (Comissão Europeia): perigos e exposição, vulnerabilidade, capacidade de resposta. O pano de fundo estrutural — não os alertas do dia.
Fonte: UCDP (Universidade de Uppsala), CC BY 4.0 — registos académicos publicados 1 a 3 meses depois, até 2026-06. Não é um indicador em tempo real.
Os homicídios são o único número de criminalidade que existe à escala mundial com licença aberta. Não diz nada sobre roubos ou burlas — não existem dados mundiais fiáveis para isso; os avisos oficiais dos Estados continuam a ser a referência honesta do dia a dia.
Números nacionais, publicados uma vez por ano e muitas vezes com alguns anos de atraso: uma ordem de grandeza para o dia a dia, nunca a situação em tempo real. Fontes: World Bank (CC BY 4.0) · UNHCR
Sudão: catástrofes naturais e riscos em números
Últimos 30 dias · 2 eventos
Eventosdos quais graves- Distúrbios civis1
- Incêndio florestal1
Últimos 12 meses · 29 eventos
Eventosdos quais graves- Incêndio florestal18
- Conflito armado66 6 graves
- Inundação2
- Aviso aos viajantes11 1 grave
- Ataque armado1
- Distúrbios civis1
Por mês
Eventosdos quais gravesRecebe um alerta se a segurança mudar — Sudão
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O que viveram os viajantes
O que contam as pessoas que lá estiveram. Uma sensação não é um nível de risco: estes números completam os dados oficiais, não os substituem.
Ainda ninguém contou a sua estadia aqui. Podes ser o primeiro.
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Ir mais longe
Relatórios de situação
Os últimos relatórios de situação publicados pelas organizações humanitárias para este país — via ReliefWeb (UN OCHA, CC BY).
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